Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

My Books News

My Books News

Pedir à biblioteca pública: Compra-me livros, por favor!

31.10.19

Para quem não sabe, é possível (e desejável) contactar a nossa biblioteca pública indicando os livros que gostaria que fossem adquiridos.

Seja através do formulário de sugestões, email, facebook ou outro, há sempre uma forma de contacto para o efeito.

 

Por exemplo, a minha querida biblioteca municipal comprou-me o Estação Onze de Emily St. John Mandel.

Quando o pedi, fiz questão de explicar porque era uma excelente compra. Não foi difícil porque havia vencido vários prémios literários de ficção científica.

Agora que será adaptado pela HBO, aposto que as requisições irão aumentar.

 

Já alguma vez pediram à vossa biblioteca que vos comprasse livros? Tiveram sucesso?

 

Se precisarem de inspiração, aqui ficam algumas  novidades editoriais (Novembro), que me ficaram no radar.

Talvez peça à minha biblioteca que me compre um deles. :)

 

Longa Pétala de Mar - Isabel Allende

A Noite em Que o Verão Acabou - João Tordo

A Vida Sonhada das Boas Esposas - Possidónio Cachapa

Mais Sabor Menos Desperdício - Cidália Cruz

Y: O Último Homem - Livro 10: Os Porquês e os Portantos - Brian K. Vaughan (Autor), Pia Guerra (Ilustração), José Marzán Jr. (Ilustração)
10º e último volume de uma série que ainda não comecei a ler.

Curtas literárias 31.10.2019

31.10.19

1.

Prémios Literários

O júri do Prémio Leya considerou que, este ano, nenhum dos 409 livros originais submetidos, tinham qualidade suficiente.

 

2.

Adaptações cinematográficas

Adaptação para cinema de A Cidade e as Serras (notícia aqui)

A Cidade e as Serras (Eça de Queiroz) é um dos meus livros preferidos, que ainda por cima não releio há algum tempo.

A realização do filme "A Cidade e as Serras", foi candidatada pela Câmara de Baião aos apoios do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA).

E a minha questão é: porque é que este filme ainda não foi feito?

 

3.

Novidades editoriais

Juro que estou aqui para ver como Marie Kondo irá aplicar a sua pergunta "does it spark joy?" ao local de trabalho. 

Preparem-se. Vem aí o Joy at Work ( Abril 2020).

Para quem ainda está com dúvidas quanto ao meu tom, sim, eu planeio lê-lo, se o conseguir apanhar.

960x0.jpg

John le Carré

31.10.19

Há autores que vão ficando adiados, apesar de sempre presentes na mente como " a ler". John le Carré é um deles e honestamente, é daqueles que sinto que irei ler toda a bibliografia, ou muito perto disso.

 

Do autor, conheço apenas as versões adaptadas para o cinema ou televisão: A Casa da Rússia, O Fiel Jardineiro, O Gerente de Noite, ...

Todas as que vi, me fizeram querer ler o autor. Porém, a extensa bibliografia faz-me sempre pensar: Por onde começo? Há livros que devo ler sequencialmente? (Sei que há)

 

Mais um. Apenas mais um autor na minha TBR.


Capturar.PNG

How to Invent Everything

A Survival Guide for the Stranded Time Traveller

27.10.19

Capturar.PNG

O livro que precisamos ter, se a nossa máquina do tempo se avariar e ficarmos presas/os na época errada. Parece que estou a ouvir uma versão pop science do Armas, Germes e Aço (J. Diamond).

 

Era mesmo o que eu estava a precisar.  Estou farta de me rir com isto. Que delícia!

 

Quanto entrou no meu radar

De Profundis - Oscar Wilde

26.10.19

Decidi ler o de profundis Oscar Wilde para o #Victober 2019.  Optar por Oscar Wilde foi fácil porque ainda não o tinha lido (com excepção de alguns contos) e considerava isso uma falta, por outro lado, por se tratar de uma obra epistolar, um dos desafios para o Read Harder Challenge do Bookriot.

Um perfeito 2 em 1.

 

 Apesar de De Profundis ter sido um dos seus últimos escritos (publicado apenas depois da sua morte), considero-o uma excelente introdução em Oscar Wilde, não só o artista, como o homem.

 

 Esta longa carta ao seu amante (Bosie Douglas),  quando estava a cumprir uma pena de prisão é incrivelmente triste e acaba por ser o balanço de vida de uma pessoa, de um artista, de alguém tinha uma consciência do quanto era importante na sua época e do quanto perdeu.

 

 A contracapa da minha visão diz que este texto é quase uma autobiografia trágica eu diria mais: é uma autobiografia trágica.



(...)  troçar de uma alma que sofre é uma coisa terrível. Muito pouco belas são as vidas dos que o fazem.  Na estranhamente simples economia do mundo, as pessoas só recebem aquilo que dão, e aqueles que não têm imaginação suficiente para penetrar para além da simples exterioridade das coisas e sentir em piedade, que piedade pode ser dada que não seja o desprezo?

 

Três anos depois de ser libertado, Oscar Wilde morreria em França, em total pobreza.

 

 

Quero ver:

No meu radar:

51sVNa1b8FL.jpg

Biografia vencedora (entre outros) do Prémio Pulitzer

e

todas as restantes obras de Oscar Wilde

 

Pág. 1/8